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Eficiencia-energetica-e-Descarbonizacao-Empresas

Período de candidaturas
  • Abertura: 26/01/2026
  • Fase 1 (Regime Geral): até 27/02/2026 – 18h
  • Fase 2 (RCI): até 30/12/2026 – 18h

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fundo - Portugal 2030
AVISO - MPR-2026-01 (26/01/2026)
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  • COMPETE 2030 (FEDER) – Norte, Centro e Alentejo
  • Algarve 2030 (FEDER) – Algarve
  • Fundos Nacionais (AICEP) – Grandes Empresas em Lisboa no âmbito do RCI

Projetos que reduzam consumos de energia e emissões de GEE, através de tecnologias/processos de baixo carbono e, de forma complementar, incorporação de energia renovável

  • Regime Geral: Eficiência Energética e Descarbonização das empresas
  • Regime Contratual de Investimento (RCI): projetos de interesse estruturante/estratégico para a economia e transição climática
  • Regime Geral: empresas de qualquer dimensão
  • RCI: apenas Grandes Empresas
  • Regime Geral: Norte, Centro, Alentejo e Algarve
  • RCI: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve
    (A candidatura é feita por região de investimento)
  • Regime Geral: até 85%
  • RCI: taxa definida em negociação
  • Limite: 30 M€ por empresa e por projeto
  • Dotação FEDER: 165 M€ + dotação nacional até 150 M€/ano
  • Programa aplicável depende da região (COMPETE 2030 / Algarve 2030 / Fundos Nacionais em Lisboa)
  • Eficiência energética em processos e equipamentos
  • Eficiência energética em edifícios (renovação, FV, bombas de calor, armazenamento, carregamento, digitalização, etc.)
  • Descarbonização (eletrificação, matérias-primas low-carbon, simbioses industriais, novos produtos de baixo carbono, digitalização de processos)
  • Energia renovável para autoconsumo (apenas complementar, máx. 30%)
  • Estudos, diagnósticos, auditorias energéticas e certificações

Regras-chave:

  • Despesa mínima: 400 mil € (Regime Geral) | 25 M€ (RCI)
  • Não elegível: combustíveis fósseis (incl. gás natural), cogeração, despesas anteriores à candidatura/pedido de auxílio
  • Auditoria energética ex-ante (para candidatura) e ex-post (após execução).
  • Fora de edifícios: técnico reconhecido.
  • Em edifícios: Perito Qualificado (PQ) + certificado energético inicial e final.

🔹Indicadores de Realização (outputs físicos do projeto)

Podem incluir, conforme o tipo de operação:

  • Potência elétrica instalada que substitui equipamentos a combustíveis fósseis (kW)
  • Área de edifícios intervencionados com melhoria do desempenho energético (m²)

Servem para avaliar a execução física do projeto no encerramento.

🔹 Indicadores de Resultado (impacto do projeto – medidos no ano pós-projeto)

  • Redução das emissões de GEE (tCO₂ eq/ano)
  • Redução do consumo anual de energia primária (MWh/ano)
  • Redução do consumo de energia final (MWh/ano)
  • Aumento da potência instalada em autoconsumo renovável (UPAC) (kW)

👉 Estes resultados são calculados com base nas auditorias energéticas antes/depois

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